Saúde investiga morte de grávida em Jundiaí

Uma grávida de 34 semanas, moradora na região do Parque Centenário, em Jundiaí, morreu no Hospital Universitário com suspeita de dengue, febre maculosa ou leptospirose. A Prefeitura vai iniciar nesta semana uma investigação dos hábitos da vítima, para tentar identificar o motivo da morte e se há presença de carrapatos onde ela morava.

O corpo da mulher foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO) da Prefeitura, para coleta de material e análise em laboratório. O resultado pode levar cerca de 30 dias ou mais, para sair.

A vítima tinha 44 anos e deu entrada no hospital com febre, alterações nas funções hepáticas e renais, além de insuficiência respiratória. O bebê foi sepultado com mãe.

Médicos do hospital trataram a mulher com os sintomas de febre maculosa e leptospirose.

A Prefeitura de Jundiaí enviou o seguinte comunicado ao “Jornal da Região“:

“Jundiaí não registra caso confirmado de febre maculosa em 2019. A Vigilância Epidemiológica (VE), da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), informa que o Hospital Universitário (HU) notificou o órgão sobre uma paciente internada com suspeita de dengue, no dia 2. As ações de investigação para a arbovirose foram tomadas imediatamente. Assim que a notificação sobre as demais doenças sejam registradas, e a documentação disponibilizada, o caso será analisado minuciosamente, já que demanda estudo dos hábitos, circulação etc. A partir dessas informações serão feitas vistorias e, constatada a ocorrência de carrapato, medidas de controle serão orientadas. As amostras do caso suspeito foram colhidas pela equipe do HU para exames para três doenças: dengue, leptospirose e febre maculosa. Os materiais serão encaminhados para o Instituto Adolfo Lutz. Vale lembrar que os resultados de sorologias demoram tempo variável.”