Sindicalistas de Jundiaí discutem paralisação

Sindicalistas de Jundiaí marcaram reunião para esta quarta-feira (12), para definir se aderem à paralisação geral convocada contra o Governo Federal e a Reforma da Previdência. O Sindicato dos Transportes Rodoviários de Jundiaí informa que estará presente na reunião, marcada para o Sindicato dos Metalúrgicos. Mas a maioria dos trabalhadores não quer parar, para evitar advertências ou outras punições. Já o Sindicato dos Bancários anunciou paralisação total na cidade e nos municípios da região.

As empresas de ônibus urbanos de Jundiaí informaram que estão acompanhando a movimentação. Mas que farão o possível para evitar que a população seja prejudicada nesta sexta-feira.

Os bancários votaram em assembleia na noite de segunda-feira (10) e decidiram apoiar a greve geral desta sexta-feira, 14 de junho.

Além dos bancários, a Greve Geral conta com apoio de categorias como professores, metalúrgicos, trabalhadores da Educação, da saúde, de água e esgoto, dos Correios, da Justiça Federal, químicos e rurais, portuários, agricultores familiares, motoristas, cobradores, caminhoneiros, eletricitários, urbanitários, vigilantes, servidores públicos estaduais e federais, petroleiros, enfermeiros e previdenciários, diz o Sindicato.

Os estudantes e docentes das universidades Federal e Estadual de todo país anunciam que vão aderir ao movimento.

A mobilização, chamada por todas as centrais sindicais, pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e por movimentos sociais, é contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro (PEC 6/2019), que acaba com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros, por empregos, em defesa da soberania nacional, contra as privatizações, em defesa dos bancos públicos e da democracia brasileira.

Segundo os movimentos, a prioridade é que os trabalhadores “cruzem os braços” a partir da madrugada de sexta-feira (14), com manifestações sendo utilizadas como complemento à paralisação.