Delegacia da Vila Rami já atende a população

O diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo do Interior (Deinter-2), José Henrique Ventura, esteve em Jundiaí para acompanhar pessoalmente a abertura da delegacia do 6º Distrito, na rua Bom Jesus de Pirapora esquina com a Anita Contiéri, em frente ao Terminal de Ônibus da Vila Rami.

José Ventura esteve acompanhado do delegado Seccional, Luiz Carlos Branco Júnior e, realizou vistoria no prédio que já está atendendo a população.

Segundo Ventura, ele quer um padrão para todas as delegacias, com atendimento de qualidade, prestativo e atenção dos policiais para com as pessoas, porque elas já são vítimas da criminalidade, ao procurar um distrito policial.

O delegado disse que atendimento “é fundamental” e precisa ser a “primeira impressão” que a população tem da Polícia Civil.

Durante a visita Ventura pediu algumas adaptações no prédio, para tornar os serviços mais ágeis.

O diretor do Deinter destacou a importância da delegacia funcionando na Vila Rami, ainda mais em frente de um ponto de ônibus, “porque facilita a vida das pessoas”. (No caso, o Terminal de Ônibus da Vila Rami).

“Onde estava não dava mais” (explicou, falando sobre o prédio do Paulista Polo Shopping, na avenida Nove de Julho). O diretor do Deinter confirmou que a Polícia Civil está procurando um imóvel no Centro da cidade para abrigar a Delegacia de Defesa da Mulher, também com facilidade de acesso para o cidadão.

O 6º Distrito é comandando pelo delegado Florisval Silva Santos.

Campanha

O diretor Ventura cumprimentou o delegado da Seccional, Luiz Carlos Branco Júnior, ao ver que a Polícia Civil está sendo parceira da Prefeitura de Jundiaí na Campanha do Agasalho.

As delegacias da cidade são postos de coletas para quem quiser deixar uma blusa ou cobertor, que serão doados para famílias carentes do município.

“Nós precisamos participar de ações comunitárias”, explicou.

Criminalidade

Durante a visita a Jundiaí o diretor do Deinter-2 acompanhou o desfecho de uma investigação da Delegacia de Defesa da Mulher, com a prisão de um estuprador que “selecionava” vítimas nas filas de empregos. Falou da importância do trabalho investigativo e também do combate aos roubos de cargas. Ventura destacou ainda que algumas vezes a Polícia Civil não passa informações sobre determinadas ocorrências, porque precisa do sigilo para ter sucesso nas prisões dos autores.