Jornalista Ricardo Boechat tinha voz marcante e opiniões fortes

O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Eugênio Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo. Ele estava no helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo, e morreu juntamente com o piloto da aeronave.

Boechat estava dando uma palestra em Campinas, e retornava a São Paulo nesta segunda, de acordo com jornalistas da TV Band.

O jornalista era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista IstoÉ. Em sua carreira passou pelos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil” e foi comentarista no Bom Dia Brasil, da TV Globo. Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro.

Em entrevistas na Band News amigos jornalistas ressaltaram a importância das opiniões dele nos jornais, defendendo sempre o que acreditava sendo como certo, além é claro da voz marcante que era reconhecida por ouvintes e telespectadores.

Ele iniciou sua carreira na década de 1970, e levou seu nome para jornais como “O Globo”, “O Estado de S. Paulo”, “Jornal do Brasil” e “O Dia”. Na década de 1990, teve uma coluna diária no “Bom Dia Brasil”, na TV Globo.
O perfil de Boechat no site da Band News FM informa que ele era o recordista de vitórias no Prêmio Comunique-se – e o único a ganhar em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV).

Filho de diplomata, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires, quando o pai estava no país vizinho à trabalho.

Em sua página no Facebook, a última publicação foi sobre as tragedias de Brumadinho e das mortes do CT do Flamengo. Veja no link.