PM ocupa Presidente Venceslau

Por ordem do juiz corregedor, Gabriel Medeiros, o Aeroporto de Presidente Venceslau foi interditado por 20 dias. Ele recebeu informações de que o Primeiro Comando da Capital (PCC) pretendia resgatar Marcos Camacho (Marcola), líder da facção criminosa e seus líderes, usando o Aeroporto para logística de fuga.

Informações do serviço de inteligência da Polícia é de que a atuação do crime organizado iria contar com aproximadamente 120 a 150 criminosos, diversos veículos blindados com armas de guerra de grande poder de destruição, artefatos explosivos e dois helicópteros: um para atacar as forças de segurança e outro para resgate dos chefes do crime.

O comando regional da PM acionou os batalhões de sua área com pelotões de Força Tática de Presidente Prudente, Presidente Venceslau e Dracena.

O comando da PM na capital disponibilizou quatro pelotões da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) com 30 viaturas, dois pelotões do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) e dois pelotões do Coe (Comando de Operações Especiais) com as tropas de alto nível da Polícia Militar Paulista.

A Aeronáutica cedeu dois caças para o Governo do Estado, se necessário, para derrubar aeronaves suspeitas.