Escolinha do Corrupira têm água imprópria

Uma mãe de aluna da EMEB do Corrupira, em Jundiaí, está preocupada porque a Prefeitura mandou as crianças não tomarem água das torneiras e que devem levar copos plásticos de casa para consumo de água de galão.

Além disso, coincidentemente, outras oito crianças ficaram doentes.

A região é zona de circulação do vírus da febre amarela, com 10 macacos mortos pela doença, transmitida por mosquitos.

RESPOSTA DA PREFEITURA

A Unidade de Gestão de Educação esclarece que o Departamento de Alimentação e Nutrição (DAN) tem como rotina solicitar, mensalmente, a análise microbiológica da água consumida em todas as unidades escolares do Sistema Municipal de Ensino.

No dia 21 de setembro, resultado de análise realizada na Emeb Professora Maria Angélica Lorençon, no bairro Corrupira, foi insatisfatório. Imediatamente, o DAN suspendeu o uso e enviou galões de água para a Emeb, tanto para o consumo dos alunos e dos funcionários, como para o preparo da alimentação servida.

Junto a essas medidas, o Departamento de Obras e Manutenção Escolar realizou a limpeza da caixa d’água e a troca do elemento filtrante.

Após a execução desse serviço, novas amostras de água foram coletadas e enviadas para análise. A UGE aguarda o resultado da reanálise da água para a liberação do consumo. Por enquanto, o DAN continua abastecendo a escola com água de galão.

É importante salientar que a Vigilância Sanitária também esteve na unidade escolar, coletou amostras da água e enviou para análise. O resultado é igualmente aguardado.

Diante do ocorrido, a direção da unidade escolar optou por solicitar aos pais o envio dos copos de plástico para que cada criança utilize o seu, e também orientou os alunos a utilizarem álcool gel, após a lavagem das mãos, para completa higienização e como forma de precaução.

Na reunião de pais, realizada na última quarta-feira (4), os familiares foram comunicados sobre a questão, inclusive sobre as medidas tomadas, como a limpeza da caixa d’água.

Em relação às crianças que estariam com atestado médico, de acordo com os documentos apresentados à unidade escolar, as causas são várias, desde de gripes a viroses, não caracterizando intoxicação alimentar.