Vacinação em Jundiaí teve boa adesão

Na manhã de sábado, dia 16, o Dia “D” da Campanha Nacional de Multivacinação começou com fila na Unidade Básica de Saúde do Eloy Chaves, que, junto com outras quatro unidades (Vila Hortolândia, Novo Horizonte, Vila Rami e Caxambu), participaram do plantão de atendimento especial à população que tem dificuldades para realizar a imunização durante a semana.

Além da vacina contra a febre amarela, a campanha também está promovendo a atualização da carteirinha de vacinação de crianças de 0 a 14 anos, com um foco especial para atingir mais diretamente quem ainda que não fez o reforço da vacina contra meningite C e HPV. No Brasil, a meningite é considerada uma doença endêmica, com casos ocorrendo ao longo de todo ano, sendo mais comum a aparição das meningites bacterianas no inverno e das virais no verão.

Dose única

Segundo a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Maria do Carmo Possidente, desde o início do ano, foram aplicadas em Jundiaí cerca de 65 mil doses da vacina. “Como houve a constatação da morte de um macaco diagnosticado como positivo para febre amarela, Jundiaí está sendo considerada área de risco, então, a quantidade de pessoas que está procurando a imunização tem aumentado”, justificou, lembrando que uma única dose da vacina é válida para toda a vida. “A imunização é importante, pois a febre amarela pode evoluir para uma forma grave da doença e, em casos extremos, chegar a óbito”, complementa Maria do Carmo, lembrando da importância de apresentar a carteirinha de vacinação. “Quem tomou a vacina em 2000, quando houve uma campanha nacional bem intensa, não precisa tomar mais, já está imunizado”.

Podem receber a vacina contra febre amarela qualquer pessoa a partir de nove meses de idade. Por esse motivo é que o casal Aline Laís Andrade e Rafael Ferreira da Silva, faz questão de retornar à UBS em um mês, com a pequena Heloísa. “Hoje ela veio para tomar três vacinas de reforço que se aplica ao completar um ano de vida, então só pode tomar a da febre amarela daqui um mês. Daqui 30 dias, voltamos para vaciná-la novamente”, disse Aline.

Marcos Eiras e a esposa Débora Cristina, que já haviam tomado a vacina contra febre amarela na primeira campanha, levaram as filhas para a dose que as protegerá por toda a vida. Caroline, de 6 anos, e a irmã Rebeka, de 9, que também foi vacinada contra o HPV, foram valentes. “Nem doeu”, brincou a caçula.

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