Várzea define área para nova represa

O prefeito Juvenal Rossi recebeu em seu gabinete na manhã de terça-feira (27) representantes da Cetesb, Sabesp e das unidades Gestoras de Meio Ambiente, Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico para debater dois importantes assuntos para o município: a criação de uma represa na cidade e a liberação da verba do Comitê de Estudos e Recuperação do Rio Jundiaí (CERJU). O valor de aproximadamente R$ 400 mil, retido desde 1993, será usado para a construção de uma rede coletora para tratamento de esgoto das empresas próximas a Marginal do Rio Jundiaí.

O primeiro tema, e um objetivo antigo do prefeito – a criação de uma represa em Várzea Paulista, foi amplamente debatido. A gerente da Cetesb Jundiaí, Renata Araújo Loes, informou os trâmites burocráticos que devem ser tomados para obter as licenças, para então, dar início ao projeto. Segundo ela, o projeto da represa – a ser desenvolvido pela Prefeitura, deve ser apresentado ao Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB, em São Paulo. “Vamos colaborar no que for possível, passando todos os contatos e auxiliando no que estiver ao nosso alcance”, diz Renata.

Para Juvenal, o grande objetivo do encontro é saber o caminho a ser seguido. “Atualmente estamos vulneráveis em relação a áreas de captação de água, precisamos nos preparar para o abastecimento das futuras gerações”, relata. Segundo o prefeito, Várzea Paulista, como o próprio nome já diz, era um local com uma grande quantidade de água, mas atualmente luta para conquistar um lugar onde esse bem tão precioso possa ser armazenado. “A água de nossa cidade não foi preservada, então precisamos agir o quanto antes para buscar meios de ao menos minimizar essa situação”, afirma.

Após a conversa, o prefeito, as representantes da Cetesb e os gestores municipais visitaram o possível local onde a represa deve ser instalada, ao lado da Recicladora de Entulho – RMP, na Marginal do Rio Jundiaí. “Este terreno já possui muita água, e conforme as escavações da represa forem iniciadas, é bem provável que novas minas d’água surjam”, sugere Juvenal.