Menina desapareceu após ‘encontro’ pelo Facebook

Os policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí concluíram os trabalhos para solucionar o desaparecimento de uma adolescente de 15 anos, que ficou sete dias na casa de um morador de Cabreúva.

A mãe da menina estava desesperada. Ela procurou a Polícia pedindo ajuda.

O delegado Carlos Alberto, com o chefe dos policiais da DIG, Almir, mais a equipe formada por Teixeira, Roberto, Vanessa e Gigio, passaram a percorrer todos os caminhos feitos pela menor, conversaram com amigas do bairro, em Várzea Paulista e na igreja evangélica da rua Rangel Pestana, para onde ela tinha ido na noite do dia 30 de dezembro.

Almir disse que ainda bem que a menina está viva. Mas podia ter ocorrido algo pior.

Durante a tarde toda a menina e o rapaz que a levou para Cabreúva prestaram depoimentos em salas separadas. Os policiais queriam saber se houve sedução, abuso ou algum tipo de relacionamento.

Os policiais relataram que foi difícil achar o local onde a garota estava, porque é uma região de pedreira e no meio do mato, em Cabreúva. Após várias diligências o “cômodo” onde estavam foi localizado e a porta arrombada. A menina estava dormindo com o rapaz.

Os dois foram levados para a Delegacia do bairro do Anhangabaú, onde a garota prestou esclarecimentos na frente da mãe. O chefe dos investigadores, Almir, disse que foram dias de trabalho para os policiais.

No depoimento, a garota confessou que começou bate-papo pelo Facebook com o rapaz, que tem 18 anos. Eles marcaram de se encontrar na frente da igreja. Depois foram para a casa dele, no meio do mato, mas como ficou sem crédito no telefone celular, não teve como avisar a mãe. Ela também não sabia onde estava.

A garota contou ainda para os policiais que pretendia voltar para casa, mas a Polícia Civil de Jundiaí a encontrou primeiro.

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