Homem deve ficar atento para reposição hormonal

Muitos homens não sabem, mas fazer reposição hormonal sem indicação de um especialista pode ser prejudicial à saúde. O alerta é do urologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Fernando Almeida.

“A porcentagem de homens que precisa de reposição hormonal é baixa. Mesmo assim, atualmente, esse procedimento está sendo feito de maneira equivocada”, ressalta Almeida. Com o passar dos anos, os níveis de testosterona (hormônios masculinos) disponíveis no organismo tendem a cair de maneira lenta e progressiva.

“Sabemos que hormônios em excesso podem causar atrofia testicular, lesão hepática e estimular o crescimento de um tumor, além de outros problemas ainda em estudos. Recomendamos cuidado com esse procedimento, pois, na prática, ainda não se conhece a fundo todos os efeitos colaterais”, esclarece o urologista.

Os sintomas associados à queda de produção de hormônio nos homens são cansaço excessivo, desânimo, perda do desejo sexual, diminuição de massa muscular e aumento de gordura. Como estas também podem ser características de outras doenças, é preciso avaliar o quadro clínico.

Por isso, é necessário consultar um urologista e fazer um check-up. O médico irá pedir um exame para detectar a dosagem hormonal. Se houver uma dosagem deficiente, deverá ser feita a reposição. Apenas o profissional determina a necessidade do procedimento, que é feito por injeção intramuscular ou aplicação de gel direto sobre a pele.

Vale ressaltar a importância dos homens fazerem visitas regulares ao urologista. A primeira consulta para verificar a taxa hormonal deve ocorrer entre 13 e 14 anos. Entre 30 e 35 anos, é ideal fazer uma avaliação geral. Após os 40 anos, o recomendado é uma visita anual para esse controle e também para a prevenção do câncer de próstata.

COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS
Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 – Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, conquistado pelo quinto ano consecutivo em 2015.

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